Logo negativo Ares Carboxiterapia

Conheça o

NOVO ARES

carboxiterapia

Novo Ares - Carboxiterapia

único no mercado com

gás aquecido

O ARES possui um dispositivo que aquece o CO2 previamente à insuflação que diminui significativamente o desconforto durante o tratamento. Isso aumenta a aderência dos pacientes ao tratamento, bem como, potencializa resultados, pois o gás frio causa constrição dos vasos sanguíneos, princípio contrário a ação desejada.

maior precisão nos

parâmetros

O equipamento possui um software conjugado a sensores que permite ao terapeuta total controle sobre os parâmetros volume, velocidade de fluxo e volume total administrado, ofertando maior precisão do volume de CO2 infundido durante a terapia.

analgesia com corrente

high volt

O ARES apresenta um diferencial importante para o tratamento de estrias e rugas. O uso combinado da corrente High Volt com a carboxiterapia possibilita um tratamento mais confortável e com melhores resultados clínicos. A corrente High Volt, quando utilizada simultaneamente com a infusão de CO2, reduz a sensação dolorosa do paciente, ao mesmo tempo em que favorece o estímulo dos fibroblastos no local tratado, potencializando os efeitos fisiológicos.

Ares - Analgesia com corrente high volt - Carboxiterapia

rack

exclusivo

O ARES possui um Rack exclusivo para seu conforto, no qual é possível a melhor acomodação para o cilindro de gás, facilitando a locomoção do equipamento. Equipado com travas para sua segurança.

maior

Precisão

ainda mais

conforto

alto fluxo

eficaz

para os tratamentos estéticos

O ARES possui velocidade de fluxo de até 300 mL/min. Estudos recentes demonstram que a técnica, usando um número maior de pontos por área, com volumes menores e velocidades de fluxo maiores, tem maior efetividade no tratamento da gordura localizada.

sobre a

carboxiterapia

A carboxiterapia consiste na infusão intradérmica e subcutânea de gás carbônico (CO2 medicinal) através um equipo estéril conectado a uma agulha com fluxo, velocidades e pressões controladas por um equipamento, diretamente nas áreas de celulite, gordura localizada, flacidez de pele e estrias. O CO2 é amplamente utilizado para tratamentos dermatológicos e estéticos.

O Ares apresenta a tecnologia da Carboxiterapia e permite as técnicas intradérmica e subcutânea com precisão. Possui um dispositivo que aquece o CO2 previamente à insuflação, o que diminui significativamente o desconforto durante o tratamento. Isso aumenta a aderência dos pacientes ao tratamento, bem como, potencializa resultados, pois o gás frio causa constrição dos vasos sanguíneos, princípio contrário a ação desejada.

principais

informações

A carboxiterapia originou-se na França, em 1932, e refere-se à administração do gás carbônico (CO₂) com propostas terapêuticas. Inicialmente, o tratamento era realizado via percutânea, mediante os chamados banhos de água carbonada aquecida, ou seja, a aplicação de água saturada em CO₂ diretamente sobre a pele dos pacientes. A técnica era utilizada para tratamentos de arteriopatias e de úlceras. Os resultados obtidos encorajaram novos estudos, provocando a ampliação das indicações para outros tratamentos.

Após o desenvolvimento de novas tecnologias, a aplicação deixou de ser tópica e o CO₂ passou a ser injetado diretamente no tecido subcutâneo, que garante resultados mais rápidos e melhores.

Evidências histológicas dos efeitos da infiltração de gás CO₂ no tecido adiposo subcutâneo sugerem possíveis efeitos lipolíticos, assim como do estímulo à remodelagem tecidual. Após tratamento com carboxiterapia, devido ao aumento de fluxo sanguíneo, as regiões com celulite apresentam melhora da nutrição tecidual e drenagem mais eficiente, que resulta numa pele com aspecto mais liso e saudável.

A carboxiterapia tem forte potencial para o tratamento de rugas, flacidez de pele e olheiras, assim como apresenta bons resultados nos tratamentos de estrias. O CO₂ empregado é o medicinal (99,9% de pureza) e idêntico ao produzido normalmente pelo metabolismo celular. É atóxico e não embólico.

Os efeitos terapêuticos da carboxiterapia baseiam-se em respostas fisiológicas naturais do organismo:

  • Efeito Bohr: tanto o O₂ quanto o CO₂ utilizam como meio de transporte a hemoglobina, proteína contida nos glóbulos vermelhos do sangue. O efeito de Bohr é a nomenclatura utilizada para designar a tendência do oxigênio de deixar a corrente sanguínea quando a concentração de dióxido de carbono aumenta, facilitando a liberação de oxigênio da hemoglobina e gerando uma hiperoxigenação tecidual.
  • Aumento do fluxo sanguíneo local: o aumento da concentração de CO₂ e a diminuição do pH local relaxam os músculos lisos que envolvem as arteríolas e controlam o volume de sangue ofertados aos tecidos. Com esse relaxamento, consequentemente, ocorre um aumento de fluxo sanguíneo local, que gera a melhora da oferta de nutrientes e a remoção dos resíduos e das toxinas locais. Além disso, a drenagem, tanto sanguínea quanto linfática, é otimizada.
  • Distensão tecidual: é provocada no local da aplicação, pelo volume de CO₂ Ela ativa uma cascata de sinalização do processo de reparo e de regeneração tecidual, causando a ativação de células chamadas fibroblastos, que produzem novas fibras colágenas e elastinas, melhorando a qualidade da pele. Na celulite, esse efeito é também muito importante, pois o comprometimento ocorre a nível hipodérmico, com consequências também no tecido dérmico.

Redução de tecido adiposo: o aumento de metabolismo local culmina com a ativação do sistema nervoso simpático, com liberação de catecolaminas na circulação sanguínea, adrenalina e noradrenalina. As catecolaminas conectam-se aos seus receptores específicos localizados na membrana adipócita, o que promove a ativação da cascata lipolítica dentro do adipócito. A enzima LHS (lipase hormônio sensível) promove a hidrólise do triglicerídeo em ácidos graxos e uma de glicerol. Após a reação de lipólise, os ácidos graxos são liberados na circulação sanguínea para que, posteriormente, sejam utilizados como combustível energético para o metabolismo corporal, ou então, redepositados nos adipócitos por meio do processo de lipogênese

  • A corrente High Volt (corrente pulsada de alta voltagem, conhecida também como HVPC – High Voltage Pulsed Current), é uma corrente com pulsos gêmeos de alta amplitude (alta voltagem) e curta duração. A forma de onda é monofásica (a corrente flui em uma única direção) e os pulsos de alta voltagem provocam diminuição da resistência da pele, tornando a corrente confortável e tolerável.

    Os efeitos terapêuticos da corrente High Volt baseiam-se na utilização de uma corrente de pulsos monofásicos que provocam o aumento de cargas elétricas no tecido, exercendo efeitos fisiológicos favoráveis que disparam o processo de reparação tecidual.

    A eletroestimulação de alta voltagem é um meio de administrar estímulos elétricos para promover a cicatrização de tecidos, aumento do fluxo sanguíneo e da produção de ATP, fagocitose, melhora da oxigenação e do transporte nas membranas, redução de edema, estimulação de fibroblastos e de células epiteliais, síntese de DNA, mitose celular, controle de infecção, auxílio na organização da matriz de colágeno, estimulação da contração da lesão da pele com migração de células da epiderme para o centro da lesão provocada pelo eletrolifting.

  • Carboxiterapia

    • Aumento da circulação sanguínea local;
    • Celulite;
    • Gordura localizada facial e corporal;
    • Aumento da drenagem linfática;
    • Rejuvenescimento facial;
    • Rugas;
    • Estrias;
    • Olheiras;
    • Melhora do processo cicatricial;
    • Distúrbios vasculares;
    • Terapia capilar.

     

    Corrente High Volt

    • Aumento da circulação sanguínea local;
    • Tratamento de rugas;
    • Tratamento de estrias.

     

    Carboxiterapia + corrente High Volt

    • Aumento da circulação sanguínea local;
    • Tratamento de rugas;
    • Tratamento de estrias.

Ficou interessado (a)?

ache a revenda mais próxima

Logo positivo Ares Carboxiterapia