Radiofrequência para flacidez: o que estudo científico demonstra

Radiofrequência para flacidez: o que estudo científico demonstra
Estudo clínico demonstra que a radiofrequência bipolar de 27,12 MHz pode melhorar significativamente a firmeza e a viscoelasticidade da pele, reforçando seu papel no tratamento da flacidez

A radiofrequência é uma tecnologia estética não invasiva que promove aquecimento controlado da derme, estimulando a remodelação do colágeno e melhora da firmeza da pele.

 

A busca por tratamentos para flacidez tem crescido rapidamente. Segundo levantamento divulgado pela imprensa, a procura por procedimentos estéticos voltados ao tratamento da flacidez aumentou quase 40% em 2024 segundo pesquisa da ISAPS, refletindo uma mudança no perfil dos pacientes e nas demandas clínicas.

 

Entre os fatores que impulsionam esse crescimento estão:

Nesse cenário, tecnologias como radiofrequência estética ganham destaque por oferecer tratamentos eficazes, seguros e com respaldo científico.

O que é radiofrequência e como ela trata a flacidez?

Radiofrequência é uma tecnologia que utiliza energia eletromagnética para aquecer os tecidos da pele e estimular a remodelação do colágeno.

Quando aplicada na temperatura terapêutica adequada, ela promove:

Esse processo acontece porque o aquecimento controlado provoca remodelação térmica da derme, estimulando a reorganização das fibras de colágeno e elastina.

 

Estudos científicos demonstram que esse mecanismo pode melhorar significativamente a qualidade da pele em regiões como face, pescoço, colo, abdômen, braços e glúteos.

Estudo científico avalia radiofrequência no tratamento da flacidez

Um estudo clínico avaliou a eficácia da radiofrequência bipolar de 27,12 MHz utilizando o equipamento Hooke no tratamento da flacidez da pele nas regiões de colo e pescoço.

 

O objetivo da pesquisa foi analisar se o tratamento com radiofrequência poderia melhorar a firmeza e a qualidade da pele nas regiões de colo e pescoço, utilizando métodos de bioengenharia cutânea para mensurar a viscoelasticidade da pele antes e após o protocolo terapêutico.

 

A pesquisa foi conduzida com 18 mulheres, idade média de 53 anos e fototipos cutâneos I a VI. 

 

O protocolo utilizado incluiu:

A avaliação da pele foi realizada por meio do Cutometer®, equipamento utilizado em bioengenharia cutânea para medir viscoelasticidade da pele.

Quais foram os resultados do estudo?

Os resultados mostraram melhora significativa na firmeza da pele após o tratamento.

 

A análise da viscoelasticidade demonstrou:

Além disso, o estudo observou:

Nenhuma participante classificou o tratamento como intolerável.

 

Esses resultados reforçam o potencial da radiofrequência como recurso seguro e eficaz para tratamento da flacidez cutânea.

Por que a radiofrequência melhora a firmeza da pele?

A firmeza da pele depende principalmente das fibras de colágeno e elastina, responsáveis por sua sustentação e elasticidade. Com o envelhecimento e fatores externos, ocorre a degradação dessas estruturas, reduzindo a densidade da pele e favorecendo o surgimento da flacidez.

 

A radiofrequência atua por meio de aquecimento controlado da derme, gerado pela oscilação das moléculas de água nos tecidos. Esse estímulo térmico promove a remodelação do colágeno, favorecendo a reorganização das fibras existentes e estimulando a produção de novo colágeno e elastina, processo conhecido como neocolagênese e neoelastogênese.

Qual a diferença entre radiofrequência convencional e radiofrequência de 27,12 MHz?

As tecnologias de radiofrequência utilizadas na estética podem operar em diferentes faixas de frequência. Cada configuração tecnológica possui características próprias de interação com os tecidos e pode ser utilizada em diferentes protocolos clínicos.

 

Em equipamentos de radiofrequência convencional, o aquecimento ocorre a partir da passagem da energia eletromagnética pelos tecidos, promovendo aumento controlado da temperatura da derme e estimulando remodelação do colágeno.

 

Já em sistemas que operam em 27,12 MHz, o campo eletromagnético promove a oscilação das moléculas de água presentes nos tecidos, gerando aquecimento mais rápido e controlado e estimulando processos de remodelação dérmica.

 

Em ambos os casos, o objetivo terapêutico é semelhante:

Por isso, diferentes tecnologias de radiofrequência podem ser utilizadas na estética, dependendo da proposta terapêutica, do protocolo clínico e da tecnologia empregada.

 

Para entender mais sobre os mecanismos dessa tecnologia, confira também o conteúdo:
Radiofrequência: o segredo por trás dos resultados estéticos de sucesso

Tecnologias baseadas em ciência: o diferencial da IBRAMED

A radiofrequência utilizada no estudo foi desenvolvida com tecnologia nacional e aplicada em protocolos clínicos controlados.

 

A IBRAMED possui mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de tecnologias para estética, saúde e reabilitação, com forte investimento em pesquisa científica e validação clínica.

 

Esse compromisso com ciência e inovação garante:

Essa base científica é essencial para que profissionais possam oferecer tratamentos seguros e eficazes aos pacientes.

Evidência científica no tratamento da flacidez

Os resultados do estudo demonstram que a radiofrequência bipolar de 27,12 MHz pode promover melhora significativa na firmeza e na qualidade da pele, especialmente em regiões como colo e pescoço.

 

A análise da viscoelasticidade cutânea evidenciou melhora estatisticamente significativa após o protocolo de tratamento, reforçando o potencial da radiofrequência como uma tecnologia eficaz e segura para estimular a remodelação do colágeno e melhorar a sustentação da pele.

 

Com mais de 30 anos de atuação no desenvolvimento de tecnologias para estética, saúde e reabilitação, a IBRAMED mantém forte investimento em pesquisa científica e inovação, contribuindo para a evolução de tratamentos estéticos baseados em evidências.

FAQ – Radiofrequência no tratamento da flacidez

A radiofrequência realmente funciona para flacidez?

Sim. Estudos científicos demonstram que a radiofrequência pode estimular a remodelação do colágeno, melhorar a viscoelasticidade da pele e aumentar sua firmeza ao longo das sessões de tratamento.

 

Quantas sessões de radiofrequência são necessárias para tratar flacidez?

O número de sessões pode variar conforme o protocolo e a área tratada. Em estudos clínicos, protocolos com múltiplas sessões e intervalos regulares demonstram melhora significativa na qualidade da pele.

 

Qual a temperatura ideal da radiofrequência para estimular colágeno?

Protocolos clínicos geralmente buscam atingir temperaturas terapêuticas na pele entre 40 °C e 42 °C, faixa considerada adequada para estimular remodelação do colágeno sem causar danos teciduais.